segunda-feira, dezembro 08, 2008

...a weekend w/ RL......from the anonymous M...

domingo, dezembro 07, 2008

Don't you give up now on me

I won't give up on you...

Lúcia Moniz ft. Drive

...Love's just a movie...

Lucia Moniz ft. Nuno Bettencourt

De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se espuma
E das mãos espalmadas fez-se espanto

De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama

De repente não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente

Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente não mais que de repente.

Vinícius de Morais

quinta-feira, dezembro 04, 2008

Can I steal your mind for a while?
Can I stop your heart for a while?
Can I freeze your soul and your time?
...I´m just a shadow of me...
(pic by Danny)

segunda-feira, dezembro 01, 2008

on a frozen weekend, there is nothing like home...
at the fireside...

sábado, novembro 29, 2008

How can I think I'm standing strong,
Yet feel the air beneath my feet?
...não sei voar de pés no chão...
"Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa.
Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive."
Ricardo Reis

quinta-feira, novembro 27, 2008

Susy não sabia que eras tãaaaaaaaaaaaaaao profunda! Olha o que te roubei! ;) Liiiiindas...

Tenho amigos que não sabem o quanto sao meus amigos. Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles. A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor. Eis que, permite que o objecto dela se divida em outros afectos, enquanto o amor tem intrínseco o ciume, que não admite a rivalidade. E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos! Ate mesmo aqueles que não percebem o quanto sao meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências... A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem. Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida. Mas, porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles. Eles não iriam acreditar. Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure... E as vezes, quando os procuro, noto que eles não tem noção de como me sao necessários porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente construi e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida. Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado Se todos eles morrerem, eu desabo! Por isso, é que, sem que eles saibam eu rezo pela vida deles. E me envergonho, porque essa minha prece é em síntese, dirigida ao meu bem estar. Ela é talvez, fruto do meu egoísmo Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles. Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lá por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer... Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os maninhos e principalmente os que so desconfiam ou talvez nunca vão saber que sao meus maninhos A gente n faz amigos, reconhece-os...