quarta-feira, junho 10, 2009
terça-feira, junho 09, 2009

Hoje fiquei literalmente de cara na noticia! Também quem resiste a tirar uma soneca estampada numa espreguiçadeira (ora cá está um nome acertado para este tipo de objectos) com uma revistita a tapar os olhinhos? Na falta de sombrero usa-se o que está mais á mão. Eu cá sou uma moça prática. Mas giro giro foi acordar com um paragrafo todinho transposto na bochecha. Foi lindo de se ver...ou não!
* Para quem ainda não percebeu..Sim, estou de férias! E sim, está sol no Algarve... Ah! a inveja é um pecado mortal. Cuidado!
quinta-feira, junho 04, 2009

*esta é para ti. Porque nem sempre sei o que te dizer quando vejo essa tristeza no olhar. Porque nem sempre encontro as palavras certas para te garantir que vais ser feliz.
quarta-feira, junho 03, 2009
Quando a magia acaba não há muita coisa a fazer senão tentar reviver aqueles momentos em forma de recordação. Guardar aquelas sensações e morrer de saudades, mesmo sabendo que nunca mais voltam. Porque mesmo que se queira não dá para acordar de manhã e decidir que não vamos mais sentir-nos assim. Que vamos esquecer tudo e voltar a ser como no inicio. Não dá. Chega ao momento Xis. Aquele momento em que ou se dá mais um pouco ou as emoções se desvanecem... Como continuar a mastigar a mesma chiclete mesmo depois de já não ter sabor. E se depois de algum tempo o coração continua pequenino, então...
"You can´t play on broken strings".
domingo, maio 31, 2009


sábado, maio 23, 2009
Mais dificil do que conseguir perdoar os outros, é perdoar-nos a nós próprios. Pelos nossos erros, por aquele projecto que falhou, pela nota que saiu ao lado, pela palavra que saiu sem pensarmos, ... Porque mais do que ter de compreender, temos que lidar com a frustação de não poder voltar atrás e fazer tudo diferente. E muito pior...assumir que temos limitações como toda a gente e só nos restar aprender a contorná-las. É verdade que todos as temos, mas as do vizinho parecem-nos sempre bem mais pequenas e insignificantes do que as nossas proprias. Serve-me o consolo de acreditar que sempre que se descobre um limite diminuem as probabilidades de se cair no mesmo erro. sexta-feira, maio 22, 2009

terça-feira, maio 19, 2009




